de música e cura


EC diz que a música pode curar (a mente, as emoções). Eu já percebia. Você talvez também perceba. Parece que tem gente tentando sistematizar isso. Neuroacústica… Observando.



No blog Neuroacústica, de Marcelo Peçanha

Novas descobertas científicas envolvendo o mapeamento das atividades cerebrais de pensamentos e reações inter-relacionadas por estímulos controlados, comprovam o conhecimento teórico de que já se dispunha sobre as vias neurológicas por onde ‘caminham’ os sons depois de serem captados pela audição.

Algumas dessas pesquisas demonstram que há vias neurológicas específicas para o processamento, análise e conexões afetivas, dedicadas, exclusivamente, à música. Outros estudos evidenciam que ouvir música pode reduzir dores crônicas, atenuar a severidade de quadros depressivos, estimular o desenvolvimento da inteligência, garantir a melhoria da saúde mental e aumentar a atividade do sistema imunológico.

Diante dessas evidências e resultados, quantitativos e qualitativos, alcançados pelos estudos controlados, é possível comprovar que a estimulação auditiva através da música oferece maior amplitude, como por exemplo, na atuação e reversão de quadros clínicos, diagnosticados como estresse pós-traumático, uma patologia limitante que acomete grande número de pessoas todos os anos, vítimas de catástrofes, sequestros, entre outras experiências de estresse agudo.

Metodologias referenciais têm proporcionado grande avanço na compreensão da estrutura e do funcionamento do cérebro, confirmando o poder terapêutico da música para resolução de distúrbios, como meio de reorganização da memória traumática.

Além dos resultados corticais no Sistema Nervoso Central (SNC), os estímulos sonoros não-musicais presentes nos estímulos auditivos que compõem a Neuroacústica atuam também nas bases subcorticais, em especial no Sistema Ativador Reticular Aferente (SARA) de modo a regular também o Sistema Nervoso Periférico (SNP), tanto nas vias Simpáticas (SNPS), quanto nas vias parassimpáticas (SNPP).

Os estímulos sonoros da Neuroacústica são constituídos em camadas, mobiliza a capacidade de ouvir (subcortical) que é passivo e automático e a capacidade de processamento auditivo que responde pelo que escutamos e elaboramos (córtex). Desse modo, o método mobiliza tanto os neurocírcuitos superiores, quanto o sistema vegetativo autonômico. O sistema Neuroacústica age mesmo quando o ouvinte está dormindo.

Perturbações na regulação funcional dos múltiplos sistemas mente/corpo podem afetar desde a performance até a instalação de um corte biológico (condições crônicas) se desdobrando em patologias estruturais e autoimunes. O quadro de perturbação desses sistemas recebeu o nome de disautonomia descrito pela primeira vez na literatura por um médico mexicano em 2007.

As disautonomia (central, periférica, pós viróticas, familiar, entre outras ainda em processo de conceituação) responde pela maioria das patologias que afetam a regulação da cronobiologia, da nutricronologia, dos ciclos acidose/alcalose e da resposta do sistema imunitário. O autor do método Neuroacústica, Marcelo Peçanha, foi um dos primeiros profissionais de saúde a incluir o conceito das disautonomias na Medicina Integrativa e Funcional no Brasil.

A Neuroacústica é um dos únicos métodos não invasivos, não químico e natural para reversão dos quadros disautonômicos, de maneira segura e rápida. Alguns sintomas da disautonomia como os Distúrbios do Sono (insônia ao dormir, insônia de continuidade que acontece na madrugada) e os Distúrbios no Sono (Sindrome Metabólica, ronco por apneia obstrutiva, desregulação da curva do cortisol, alteração da glicemia em jejum, entre outras), já são modulados num prazo de aproximadamente 15 dias de uso contínuo por 1 hora/dia com fones de ouvidos, mesmo quando o ouvinte dorme durante a estimulação.



Para ler mais, clicar aqui.




Sobre Ani

Outros que contem passo por passo | Eu morro ontem | Nasço amanhã | Ando onde há espaço: | – Meu tempo é quando. ~Vinicius de Moraes~
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