Dívida pública, orçamentos e gastos


Tudo começou no blog Educação Política , com link para o artigo da Carta Campinas, com link para a entrevista na Carta Capital, que levou ao vídeo no canal da TV UFAM (Universidade Federal do Amazonas), pelo comentário do Carlos E. A. Henriques na Carta Capital. Vídeo de que só vi o começo, mas já armazenei com todos os links relacionados, para ver completamente logo mais.

Divida Pública, Orçamento e Gastos – Profª. Dra. Maria Lúcia Fattorelli
Publicada em 22 de maio de 2012 no canal TVUFAM





Ver também:
Carta Capital: “A dívida pública é um mega esquema de corrupção institucionalizado”
Carta Campinas: “Equador reduz em 70% a dívida pública, após auditoria feita com ajuda de brasileira”
O Plano Brady e a dívida externa, aqui.

E aí, lembro que existe um vídeo sobre como os países são “assassinados economicamente”, e o que se conta lá tem muita relação com o que conta a auditora Maria Lúcia Fattorelli na entrevista publicada na Carta Capital, ou seja, que os mecanismos de endividamento são forçados e forjados, para conseguir controle político dos países endividados (e, com o isso, o controle de seu patrimônio e bens estratégicos e lucrativos, claro). “O mundo é um mundo de corporações. O mundo é um negócio” (John Perkins). Está neste blog Ani Dabar também, aqui. É o petróleo, estúpido. O petróleo, minérios etc. (E já há algum tempo ando me perguntando se não começa a ser, no momento, e também, muito especialmente, a água…)


Sobre Ani

Outros que contem passo por passo | Eu morro ontem | Nasço amanhã | Ando onde há espaço: | – Meu tempo é quando. ~Vinicius de Moraes~
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2 respostas para Dívida pública, orçamentos e gastos

  1. O Brasil, graças a sua dimensão continental e riquezas naturais -Amazônnia, Pantanal, etc.- estaria condenado a ser uma grande potência, um dos três países mais ricos do mundo, quiçá o primeiro. Mas isso não interessa aos atuais países ricos. Para tanto é necessário que o Brasil não seja administrado por interesses nacionais nem populares. Se o Brasil fosse bem administrado por uma elite de formação liberal, nós seríamos um Japão tamanho gigante. Se fosse administrado por uma elite de formação socialista, nós seríamos maior que a finada União Soviética. Nenhuma dessas duas hipóteses interessa ao capital financeiro internacional (e seus sócios brasileiros). O projeto que esses vampiros têm para o Brasil é o de uma ‘colônia de banqueiros’ (royalties para Gustavo Barroso). Um país exportador de bens primários (commodities) e importador de bens industrializados e traquitanas eletrônicas e habitado por um povo ignorante.

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