Os rios e as cidades

 

“São Paulo do futuro é a São Paulo que abre os seus rios e cria um projeto de convívio com eles. Isso é uma revolução que eu gostaria de viver para ver.”

Tata Amaral abaixo, para essas e outras palavras. (Vi no blog do Rovai.) Alegria ouvir em outra voz isso que venho repetindo há anos. Os rios que atravessam uma cidade podem ser uma bênção de paisagem e lazer para ela, com belas pontes, calçadões e jardins na beira, que são lugar para passear, sentar e estar. Para tomar sol, café ou cerveja. Uma coisa de encher os olhos e a alma, como é, por exemplo, o Guadalquivir, em Sevilha. Aqui e agora, os rios de São Paulo são esgotos a céu aberto, com margens projetadas para carros passarem a altas velocidades, quando não foram enterrados para dar lugar a mais asfalto e mais carros. Complemento com um tuíte que li quando comecei a conta no Twitter:

“As gerações futuras vão derrubar esses edifícios horrorosos que infestam a cidade”.

Sim, eu também queria viver para ver essas revoluções na São Paulo do futuro.

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Sobre Ani

Outros que contem passo por passo | Eu morro ontem | Nasço amanhã | Ando onde há espaço: | – Meu tempo é quando. ~Vinicius de Moraes~
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