Quando os anjos choram

Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, nasceu em Xapuri, no Acre, em 15 de dezembro de 1944. Uma semana depois de completar 44 anos, em 22 de dezembro de 1988, foi assassinado. Sua importância como sindicalista e ativista pelos seringueiros e pela preservação da Floresta Amazônica virou uma pedra no sapato dos latifundiários da região. Sabia que sua vida estava em perigo: caso de morte anunciada, sem proteção adequada. Sua atuação lhe deu projeção mundial. Modesto tributo a um anjo da floresta.


CARTAS DA FLORESTA
Um documentário sobre Chico Mendes


HISTÓRIAS DA FLORESTA
Chico Mendes em própria voz


CUANDO LOS ÁNGELES LLORAN – Maná
Uma canção em homenagem a Chico Mendes, no México


“Quem foram os idiotas que espalharam a história de que a força bruta não pode matar ideias? Nada mais fácil. E uma vez que estejam mortas, não são mais do que cadáveres.”(Simone Weil)

“Um anjo partiu. E não voltará.”
(Maná)

“Choro eu, e você: que fragilidade!”
(Sting)

“Ele não estava morto… Ele não está morto… Porque se ele estivesse morto, hoje, vinte anos depois, a gente não estava aqui falando dele, falando das ideias dele.
A gente não estaria aqui falando que é possível desenvolver sem destruir. Que é possível usar a floresta e, ao mesmo tempo, preservá-la. E que é possível seres humanos, pessoas, viverem dentro da floresta sem destruição.”
(Gomercindo Rodrigues, amigo de Chico Mendes)

“Atenção, jovem do futuro: 6 de setembro de 2120, aniversário da Revolução Socialista Mundial, que unificou todos os povos do planeta num só ideal e num só pensamento de unidade socialista, e que pôs fim a todos os inimigos da nova sociedade. Aqui fica somente a lembrança de um triste passado de dor, sofrimento e morte.
Desculpem, eu estava sonhando quando escrevi esses acontecimentos,
que eu mesmo não verei, mas tenho o prazer de ter sonhado.”
(Chico Mendes)


EU QUERO VIVER
Um filme de Adrian Cowel e Vicente Rios


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Sobre Ani

Outros que contem passo por passo | Eu morro ontem | Nasço amanhã | Ando onde há espaço: | – Meu tempo é quando. ~Vinicius de Moraes~
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